A vida de todas as pessoas que existiram na Terra seria esquecida.
Todos os grandes feitos não seriam lembrados
Todas as lembranças boas não seriam mais lembranças
Não existiria a concepção de tempo, pois sem saber o que acaba de passar, fica difícil saber o que fazer
Não existiria passado
O aprendizado seria apenas no presente
Porém nada adianta aprender se nada ficaria registrado sem a memória
O primeiro beijo, o primeiro jogo de futebol, o último abraço. Os "primeiros" e os "últimos" seriam... comuns
Tudo seria apenas parte da vida, nada especial
Sem conseguir lembrar de nada, a vida seria mais espontânea
Você não se lembraria se já deu errado e logo vai esquecer se for vergonhoso
Porém, seus feitos também não seriam reconhecidos
A concepção do que passou não seria sentida
Afinal, o passado nada mais é do que uma marca do tempo. Ou só uma forma de lembrar dos feitos humanos
E aqueles que não fizeram nada? Foram esquecidos
Na concepção da vida de ficção que criamos, vivemos para constituir famílias, para amar e ser amado, para "completar o objetivo que nos foi dado na Terra"
Mas a realidade é que vivemos para termos a honra de sermos chamados de lembranças.
Mostrando postagens com marcador A vida sem.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A vida sem.... Mostrar todas as postagens
domingo, 24 de agosto de 2014
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
[Série: A vida sem...] Pensamentos
Sem nossa consciência, pensar não seria possível
Não precisaria pensar em sair, bastaria sair
Seria muito mais fácil realizar tarefas de risco
O que também aumentaria o número de mortes
O chamado "Mundo da Lua" ganharia muitos habitantes
Muitos casais se formariam, já que não é preciso pensar nas consequências de um relacionamento que não combina
Seria estranho ver o olhar vago de todas as pessoas
Mas você também não perceberia isso, porque estranheza vem do sentir e isso não existiria mais
Seria muito romântico pensar que o amor não é consciente e que tudo parte do coração?
Sim seria, o amor consciente não existiria no nosso universo paralelo
Nem o ódio, tristeza e angústia, veja o lado bom!
As pessoas seriam sinceras o tempo todo, pois não teriam como pensar em uma mentira
Tudo seria original, nada seria julgado. E esse é o problema
Sem moralidade, leis, amor e gratidão, o mundo perderia seu rumo
Sem pensar, voltaríamos ao passado
Resolveríamos tudo sem pensar na razão
Como homens da idade da pedra
Nosso cérebro ficaria menor com a falta de uso
Voltaríamos a ter a força como forma comando
Assim, voltaríamos às cavernas
Portanto, aproveite o privilégio do pensar e use ao seu favor
Treine seu cérebro e quando alguém disser pra pensar duas vezes, pare e pense.
Pensar também é evoluir.
Não precisaria pensar em sair, bastaria sair
Seria muito mais fácil realizar tarefas de risco
O que também aumentaria o número de mortes
O chamado "Mundo da Lua" ganharia muitos habitantes
Muitos casais se formariam, já que não é preciso pensar nas consequências de um relacionamento que não combina
Seria estranho ver o olhar vago de todas as pessoas
Mas você também não perceberia isso, porque estranheza vem do sentir e isso não existiria mais
Seria muito romântico pensar que o amor não é consciente e que tudo parte do coração?
Sim seria, o amor consciente não existiria no nosso universo paralelo
Nem o ódio, tristeza e angústia, veja o lado bom!
As pessoas seriam sinceras o tempo todo, pois não teriam como pensar em uma mentira
Tudo seria original, nada seria julgado. E esse é o problema
Sem moralidade, leis, amor e gratidão, o mundo perderia seu rumo
Sem pensar, voltaríamos ao passado
Resolveríamos tudo sem pensar na razão
Como homens da idade da pedra
Nosso cérebro ficaria menor com a falta de uso
Voltaríamos a ter a força como forma comando
Assim, voltaríamos às cavernas
Portanto, aproveite o privilégio do pensar e use ao seu favor
Treine seu cérebro e quando alguém disser pra pensar duas vezes, pare e pense.
Pensar também é evoluir.
domingo, 3 de agosto de 2014
[Série: A vida sem...] Sentimentos
Por que os seres humanos precisam sentir? Viver por si só, já é considerado um milagre pelo tamanho do nosso universo. Para estarmos aqui, muitas particularidades aconteceram, muitas pequenas coisas.
A gravidade, a localização da Terra no Sistema Solar (nem muito longe, nem muito perto do Sol), a adaptação da própria natureza...
O homem evoluiu, criou uma forma de comunicação e se relacionou com outras pessoas. Construiu seu próprio habitat, mudou a natureza para os caprichos do homem, criou coisas para o seu próprio prazer.
Porém ainda havia mais uma particularidade. Lidar com os seus próprios sentimentos.
As pessoas criam critérios em suas cabeças e tudo o que você faz, passa nem que seja por meio segundo na sua cabeça antes de falar.
Tente não pensar em nada. Você conseguiu? Não, na verdade você acaba de pensar em não pensar em nada. Agora você está pensando em se esforçar na tarefa de não pensar.
Se ter uma carreira de sucesso, uma vida feliz e um grande amor, ultrapassar a barreira imposta pela sociedade, já é considerada uma tarefa árdua, ainda é preciso sentir. As vezes me pergunto: Por que sentir-se triste ou feliz? Por que desde a sua criação, o ser humano apenas não vive? De onde surgiu essa ânsia em pensar sempre no futuro, na evolução e no progresso?
Sem os sentimentos, as pessoas apenas viveriam para sobreviver
Ninguém se importaria com ninguém. Você saberia quem são as pessoas conhecidas, mas não entenderia o quanto elas significam para você.
Surge o amor
Criar relações seria a melhor forma de evoluir. Os sentimentos apareceram pela primeira vez ainda nas cavernas, com o desenvolvimento do homem. Eles perceberam que realizar tarefas em conjunto era muito mais fácil. Essa proximidade levou aos primeiros sentidos. De cuidar da sua comunidade, proteger aquele que te ajuda. De que essa relação pode ser mais do que reprodução. Assim nasceu o amor, o maior dos sentimentos.
Viver passou a ser: manter os seus sentimentos equilibrados. É considerado louco aquele que sente de forma exagerada ou que não sente nada
Quem sabe, ainda estamos criando novos. Lidar com os sentimentos faz parte do desenvolvimento humano.
A gravidade, a localização da Terra no Sistema Solar (nem muito longe, nem muito perto do Sol), a adaptação da própria natureza...
O homem evoluiu, criou uma forma de comunicação e se relacionou com outras pessoas. Construiu seu próprio habitat, mudou a natureza para os caprichos do homem, criou coisas para o seu próprio prazer.
Porém ainda havia mais uma particularidade. Lidar com os seus próprios sentimentos.
As pessoas criam critérios em suas cabeças e tudo o que você faz, passa nem que seja por meio segundo na sua cabeça antes de falar.
Tente não pensar em nada. Você conseguiu? Não, na verdade você acaba de pensar em não pensar em nada. Agora você está pensando em se esforçar na tarefa de não pensar.
Se ter uma carreira de sucesso, uma vida feliz e um grande amor, ultrapassar a barreira imposta pela sociedade, já é considerada uma tarefa árdua, ainda é preciso sentir. As vezes me pergunto: Por que sentir-se triste ou feliz? Por que desde a sua criação, o ser humano apenas não vive? De onde surgiu essa ânsia em pensar sempre no futuro, na evolução e no progresso?
Sem os sentimentos, as pessoas apenas viveriam para sobreviver
Ninguém se importaria com ninguém. Você saberia quem são as pessoas conhecidas, mas não entenderia o quanto elas significam para você.
Surge o amor
Criar relações seria a melhor forma de evoluir. Os sentimentos apareceram pela primeira vez ainda nas cavernas, com o desenvolvimento do homem. Eles perceberam que realizar tarefas em conjunto era muito mais fácil. Essa proximidade levou aos primeiros sentidos. De cuidar da sua comunidade, proteger aquele que te ajuda. De que essa relação pode ser mais do que reprodução. Assim nasceu o amor, o maior dos sentimentos.
Viver passou a ser: manter os seus sentimentos equilibrados. É considerado louco aquele que sente de forma exagerada ou que não sente nada
Quem sabe, ainda estamos criando novos. Lidar com os sentimentos faz parte do desenvolvimento humano.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
[Série: A vida sem...] Tempo
E se de repente, o tempo parasse?
E a vida fosse vivida sem a presença do tempo?
Se o dia parasse exatamente onde está.
Noite onde está noite, dia onde está dia.
O ser humano não teria mais que acordar cedo.
Não existiria cedo ou tarde demais.
O final feliz, nunca teria um final.
O horário deixa de existir, já que as horas foram paralisadas.
Felizes aqueles que pararam com um pôr do sol eterno.
Felizes os que vivem no crepúsculo inspirador entre o azul do dia e o escuro da noite.
Os relacionamentos seriam mais complicados.
Sem o "até amanhã", o "te vejo quando estiver com vontade" seria a novidade.
Não existiria a hora da chegada e nem a hora certa de partir.
Vai quem sente vontade, chega quem tem desejo.
A sensação de rápido ou lento logo deixa de existir.
Ninguém mais envelhece, o tempo deixa de enfraquecer as pessoas.
O relógio deixa de informar o tempo para virar só um acessório.
Não vai existir duração, período ou prazo.
Sem intervalos, ciclos, datas, eras, etapas, fases, séculos, anos, meses e dias.
Sem horas, minutos ou segundos.
O pior: sem pequenos momentos que valorizam a vida.
Porque o momento não vai existir.
Nem a ocasião, a oportunidade ou a vez.
O tempo não vai mais curar a saudade.
O tempo não vai mais curar o coração partido.
O tempo não vai mais te dizer a hora certa de dizer o que sente.
O tempo não vai mostrar que o melhor já passou ou que o melhor ainda vai chegar.
Eternamente, infinito, pra sempre e jamais finalmente terão sentido.
Tudo será eterno, sem fim, sem limites.
Resta o amor eterno dos amantes, a angústia sem fim do solitário e a vida infinita.
Porque o tempo rege a vida dos seres humanos. E sem ele, ficamos perdidos.
Perdidos no hoje, no amanhã.
Perdidos no infinito.
E a vida fosse vivida sem a presença do tempo?
Se o dia parasse exatamente onde está.
Noite onde está noite, dia onde está dia.
O ser humano não teria mais que acordar cedo.
Não existiria cedo ou tarde demais.
O final feliz, nunca teria um final.
O horário deixa de existir, já que as horas foram paralisadas.
Felizes aqueles que pararam com um pôr do sol eterno.
Felizes os que vivem no crepúsculo inspirador entre o azul do dia e o escuro da noite.
Os relacionamentos seriam mais complicados.
Sem o "até amanhã", o "te vejo quando estiver com vontade" seria a novidade.
Não existiria a hora da chegada e nem a hora certa de partir.
Vai quem sente vontade, chega quem tem desejo.
A sensação de rápido ou lento logo deixa de existir.
Ninguém mais envelhece, o tempo deixa de enfraquecer as pessoas.
O relógio deixa de informar o tempo para virar só um acessório.
Não vai existir duração, período ou prazo.
Sem intervalos, ciclos, datas, eras, etapas, fases, séculos, anos, meses e dias.
Sem horas, minutos ou segundos.
O pior: sem pequenos momentos que valorizam a vida.
Porque o momento não vai existir.
Nem a ocasião, a oportunidade ou a vez.
O tempo não vai mais curar a saudade.
O tempo não vai mais curar o coração partido.
O tempo não vai mais te dizer a hora certa de dizer o que sente.
O tempo não vai mostrar que o melhor já passou ou que o melhor ainda vai chegar.
Eternamente, infinito, pra sempre e jamais finalmente terão sentido.
Tudo será eterno, sem fim, sem limites.
Resta o amor eterno dos amantes, a angústia sem fim do solitário e a vida infinita.
Porque o tempo rege a vida dos seres humanos. E sem ele, ficamos perdidos.
Perdidos no hoje, no amanhã.
Perdidos no infinito.
Assinar:
Postagens (Atom)