Tudo que vamos presenciar no futuro
Está sendo construído agora
Invenções, histórias, inspirações
Tudo está em fase de montagem.
Todo o futuro que vai se tornar passado
Todo o depois que vai virar antes
O tempo não mostra sua velocidade
E o ser humano passa a viver santificando os seus ponteiros.
Escrever sobre o futuro é fácil
É possível criar com sua vontade
Não prever, não inventar
Apenas apontar e seguir em frente.
Não é papel do homem tentar ver o futuro
É só mais uma ilusão criada para o planejamento ilusório
Criar, errar e se adaptar
Esse é o homem navegando em águas que ainda não foram descobertas.
O futuro tem tudo o que o homem precisa
Dá a chance de tentar, errar e buscar o certo
Afinal, daqui a pouco sempre será futuro
Daqui a pouco sempre será recomeço.
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terça-feira, 21 de julho de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
[Série: Versos de Ciências] O princípio da incerteza
Certas coisas simplesmente acontecem sem consequências. São momentos vividos, sentidos e que precisamos fingir que não existem. São lembrados, mas ninguém sabe. Assim como o tempo "ignorado" antes do Big Bang. Nada antes da grande expansão teria resultado diferente.
Tudo o que existiu não importava mais. Tudo se modificaria, mas chegaria novamente ao mesmo final, teria a mesma forma de milésimos antes do Big Bang. O agora se passa antes ou depois da grande virada? O presente é uma recordação válida ou tudo será esquecido?
Não sei qual a consequência. Não sei se caminhamos para o mesmo destino. É impossível perceber se um momento se apresenta como lembrança ou se caminha para o esquecimento.
Como a mecânica quântica, prevemos quase tudo que se observa a nossa volta, tentando criar uma boa lembrança mesmo antes de sair de casa. Certas pessoas evitam prever. Preferem seguir em frente, na busca de encontrar alguma coisa que faça sentido.
É difícil saber que uma pessoa prefere procurar pela última peça de um quebra-cabeça de joelhos, ao invés de levantar e ter uma visão geral da sala.
Cada um procura em seu tempo, cada um pode ter sua própria maneira de criar lembranças. Algumas pessoas arquitetam o dia seguinte no travesseiro e outras simplesmente se desligam até dormir.
Sempre há o risco de perder uma oportunidade, pois é complicado saber o momento exato de tomar partido. Werner Heisenberg aprendeu a calcular mesmo sem determinar com precisão.
Mesmo sem garantias, os humanos sempre se apoiaram uns nos outros para achar vida. É como descobrir com o parceiro que é possível aprender em conjunto, um ensinando o outro.
Errando e acertando dentro dos limites estabelecidos pelo princípio da incerteza.
Tudo o que existiu não importava mais. Tudo se modificaria, mas chegaria novamente ao mesmo final, teria a mesma forma de milésimos antes do Big Bang. O agora se passa antes ou depois da grande virada? O presente é uma recordação válida ou tudo será esquecido?
Não sei qual a consequência. Não sei se caminhamos para o mesmo destino. É impossível perceber se um momento se apresenta como lembrança ou se caminha para o esquecimento.
Como a mecânica quântica, prevemos quase tudo que se observa a nossa volta, tentando criar uma boa lembrança mesmo antes de sair de casa. Certas pessoas evitam prever. Preferem seguir em frente, na busca de encontrar alguma coisa que faça sentido.
É difícil saber que uma pessoa prefere procurar pela última peça de um quebra-cabeça de joelhos, ao invés de levantar e ter uma visão geral da sala.
Cada um procura em seu tempo, cada um pode ter sua própria maneira de criar lembranças. Algumas pessoas arquitetam o dia seguinte no travesseiro e outras simplesmente se desligam até dormir.
Sempre há o risco de perder uma oportunidade, pois é complicado saber o momento exato de tomar partido. Werner Heisenberg aprendeu a calcular mesmo sem determinar com precisão.
Mesmo sem garantias, os humanos sempre se apoiaram uns nos outros para achar vida. É como descobrir com o parceiro que é possível aprender em conjunto, um ensinando o outro.
Errando e acertando dentro dos limites estabelecidos pelo princípio da incerteza.
domingo, 22 de março de 2015
[Série: Versos de Ciências] O romance espaço-tempo
Ela queria espaço. Ele queria tempo.
O tempo era quase imperceptível para ele e lento para ela. O espaço era uma imensidão para ela e pequeno para ele.
Diziam que eram inalterados. Tudo mudava, menos o tempo e o espaço.
Aristóteles dizia que eles só se movimentavam quando guiados por algum impulso.
Enquanto ela seguia o pensamento aristotélico de guiar a vida sem comprovações, ele era o Galileu que subia na Torre de Pisa para jogar os pesos. Ela aceitava a felicidade teórica e ele queria mostrar na prática que tentava achar o certo.
Ele dizia que tudo estava mudando. Ela dizia que não sentia o mesmo. Eles se atraíam, mas ela fingia uma outra rotação.
Ela queria distância. Ele se defendia com a lei da gravidade de Newton dizendo que quanto mais afastados, menor será a força da atração.
Ela dizia que ele deveria respeitar a visão dos outros. Se defendia com o exemplo do trem em movimento. A opinião pode ou não estar a seu favor. Tudo depende, assim como o trem pode estar parado e a Terra em movimento.
Ele disse que o relacionamento deles era como olhar para as estrelas com um telescópio. Com a distância, tudo que olhamos já não está igual, aconteceu e virou passado.
Era natural pensar que seria assim para sempre, mas durou pouco.
Eles mostraram que não era possível ter uma posição absoluta, era preciso ceder.
Ela ganhou espaço.
Ele ganhou tempo.
Ela em seu espaço se moveu, mas se sentiu sozinha. Afetou a curva do espaço e do tempo.
Ele em seu tempo esperou, mas demorou demais. Afetou e foi afetado por tudo.
Assim como não é possível explicar o universo sem noções do espaço-tempo, torna-se sem sentido falar dele, sem lembrar a história dela.
Juntos, na relatividade geral, eles contaram uma história de amor universal.
O tempo era quase imperceptível para ele e lento para ela. O espaço era uma imensidão para ela e pequeno para ele.
Diziam que eram inalterados. Tudo mudava, menos o tempo e o espaço.
Aristóteles dizia que eles só se movimentavam quando guiados por algum impulso.
Enquanto ela seguia o pensamento aristotélico de guiar a vida sem comprovações, ele era o Galileu que subia na Torre de Pisa para jogar os pesos. Ela aceitava a felicidade teórica e ele queria mostrar na prática que tentava achar o certo.
Ele dizia que tudo estava mudando. Ela dizia que não sentia o mesmo. Eles se atraíam, mas ela fingia uma outra rotação.
Ela queria distância. Ele se defendia com a lei da gravidade de Newton dizendo que quanto mais afastados, menor será a força da atração.
Ela dizia que ele deveria respeitar a visão dos outros. Se defendia com o exemplo do trem em movimento. A opinião pode ou não estar a seu favor. Tudo depende, assim como o trem pode estar parado e a Terra em movimento.
Ele disse que o relacionamento deles era como olhar para as estrelas com um telescópio. Com a distância, tudo que olhamos já não está igual, aconteceu e virou passado.
Era natural pensar que seria assim para sempre, mas durou pouco.
Eles mostraram que não era possível ter uma posição absoluta, era preciso ceder.
Ela ganhou espaço.
Ele ganhou tempo.
Ela em seu espaço se moveu, mas se sentiu sozinha. Afetou a curva do espaço e do tempo.
Ele em seu tempo esperou, mas demorou demais. Afetou e foi afetado por tudo.
Assim como não é possível explicar o universo sem noções do espaço-tempo, torna-se sem sentido falar dele, sem lembrar a história dela.
Juntos, na relatividade geral, eles contaram uma história de amor universal.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
[Outros] A visita do tempo
A influência do tempo é tudo na vida de um humano.
Não trata-se apenas de coisas ruins.
Não pense só na velhice e nas dores nas costas.
Lembra daquele amor que você pensava que era para sempre?
Lembra quando você pensou que nada poderia te surpreender?
Lembra quando ninguém podia te fazer esquecer?
O tempo passa e você nem percebe que mudou.
Da forma mais sutil, você leva a vida adiante. De um jeito ou de outro.
Todos os dias de manhã, o tempo recolhe seus pertences e memórias.
E as transforma em lembranças diferentes, com outro sentido.
Como uma nova forma de transformação.
Com o acesso a novas experiências você muda sua forma de pensar.
Como eu fui gostar disso um dia?
Como eu amava aquela pessoa fria?
Você viveu. Depois foi apenas o tempo que te fez uma visita.
Não trata-se apenas de coisas ruins.
Não pense só na velhice e nas dores nas costas.
Lembra daquele amor que você pensava que era para sempre?
Lembra quando você pensou que nada poderia te surpreender?
Lembra quando ninguém podia te fazer esquecer?
O tempo passa e você nem percebe que mudou.
Da forma mais sutil, você leva a vida adiante. De um jeito ou de outro.
Todos os dias de manhã, o tempo recolhe seus pertences e memórias.
E as transforma em lembranças diferentes, com outro sentido.
Como uma nova forma de transformação.
Com o acesso a novas experiências você muda sua forma de pensar.
Como eu fui gostar disso um dia?
Como eu amava aquela pessoa fria?
Você viveu. Depois foi apenas o tempo que te fez uma visita.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
[Série: A vida sem...] Tempo
E se de repente, o tempo parasse?
E a vida fosse vivida sem a presença do tempo?
Se o dia parasse exatamente onde está.
Noite onde está noite, dia onde está dia.
O ser humano não teria mais que acordar cedo.
Não existiria cedo ou tarde demais.
O final feliz, nunca teria um final.
O horário deixa de existir, já que as horas foram paralisadas.
Felizes aqueles que pararam com um pôr do sol eterno.
Felizes os que vivem no crepúsculo inspirador entre o azul do dia e o escuro da noite.
Os relacionamentos seriam mais complicados.
Sem o "até amanhã", o "te vejo quando estiver com vontade" seria a novidade.
Não existiria a hora da chegada e nem a hora certa de partir.
Vai quem sente vontade, chega quem tem desejo.
A sensação de rápido ou lento logo deixa de existir.
Ninguém mais envelhece, o tempo deixa de enfraquecer as pessoas.
O relógio deixa de informar o tempo para virar só um acessório.
Não vai existir duração, período ou prazo.
Sem intervalos, ciclos, datas, eras, etapas, fases, séculos, anos, meses e dias.
Sem horas, minutos ou segundos.
O pior: sem pequenos momentos que valorizam a vida.
Porque o momento não vai existir.
Nem a ocasião, a oportunidade ou a vez.
O tempo não vai mais curar a saudade.
O tempo não vai mais curar o coração partido.
O tempo não vai mais te dizer a hora certa de dizer o que sente.
O tempo não vai mostrar que o melhor já passou ou que o melhor ainda vai chegar.
Eternamente, infinito, pra sempre e jamais finalmente terão sentido.
Tudo será eterno, sem fim, sem limites.
Resta o amor eterno dos amantes, a angústia sem fim do solitário e a vida infinita.
Porque o tempo rege a vida dos seres humanos. E sem ele, ficamos perdidos.
Perdidos no hoje, no amanhã.
Perdidos no infinito.
E a vida fosse vivida sem a presença do tempo?
Se o dia parasse exatamente onde está.
Noite onde está noite, dia onde está dia.
O ser humano não teria mais que acordar cedo.
Não existiria cedo ou tarde demais.
O final feliz, nunca teria um final.
O horário deixa de existir, já que as horas foram paralisadas.
Felizes aqueles que pararam com um pôr do sol eterno.
Felizes os que vivem no crepúsculo inspirador entre o azul do dia e o escuro da noite.
Os relacionamentos seriam mais complicados.
Sem o "até amanhã", o "te vejo quando estiver com vontade" seria a novidade.
Não existiria a hora da chegada e nem a hora certa de partir.
Vai quem sente vontade, chega quem tem desejo.
A sensação de rápido ou lento logo deixa de existir.
Ninguém mais envelhece, o tempo deixa de enfraquecer as pessoas.
O relógio deixa de informar o tempo para virar só um acessório.
Não vai existir duração, período ou prazo.
Sem intervalos, ciclos, datas, eras, etapas, fases, séculos, anos, meses e dias.
Sem horas, minutos ou segundos.
O pior: sem pequenos momentos que valorizam a vida.
Porque o momento não vai existir.
Nem a ocasião, a oportunidade ou a vez.
O tempo não vai mais curar a saudade.
O tempo não vai mais curar o coração partido.
O tempo não vai mais te dizer a hora certa de dizer o que sente.
O tempo não vai mostrar que o melhor já passou ou que o melhor ainda vai chegar.
Eternamente, infinito, pra sempre e jamais finalmente terão sentido.
Tudo será eterno, sem fim, sem limites.
Resta o amor eterno dos amantes, a angústia sem fim do solitário e a vida infinita.
Porque o tempo rege a vida dos seres humanos. E sem ele, ficamos perdidos.
Perdidos no hoje, no amanhã.
Perdidos no infinito.
sábado, 26 de janeiro de 2013
[Outros] O Desconhecido: (5/5) Viagens no espaço-tempo
Existem várias teorias sobre viagens no tempo. Claro a forma mais famosa, é construindo uma máquina do tempo que faria você rever lembranças do passado ou dar uma olhada nas suas projeções do futuro.
Quem não queria voltar no tempo, e quebrar o pai do Hitler antes dele ter o seu filho?
Quem não queria voltar e dar uma voadora no cara que matou o John Lennon?
Quem não queria impedir o regime Militar no Brasil?
O problema da viagem no tempo seria não interferir no passado. Porém, o maior problema seria...será que depois de voltar sem qualquer interferência, um dia você deverá voltar no tempo de novo para não interferir no futuro? Porque você seria uma pessoa diferente se soubesse que voltou de uma viagem no tempo. Sua própria consciência lhe entregaria que um dia você viajou no tempo. Qualquer um ficaria louco e vontade de interferir, falando nem que seja um sim no lugar de um não. Mas isso já deixaria qualquer um louco.
Veremos um pouco sobre DeLorean, o Buraco da Minhoca e mais alguma coisa. Vamos lá!
No filme de Volta para o Futuro, Marty McFly utiliza um carro DeLorean DMC-12, construído pelo Dr. Emmet Brown.
Brown criou e adaptou no veículo um Capacitor de Fluxo, que é capaz de criar um deslocamento temporal, usando plutônio como combustível, que gera 1,21 Gigawatt de eletricidade tornando a viagem "possível".

Agora só preciso de um DeLorean, Plutônio e um raio que eu possa usar quando quiser ):
Dobra Espacial
Também conhecidos como Ponte de Einstein-Rosen, Sthephen Hawkin diz que nenhuma matéria, é completamente lisa ou sólida. Em tudo existem imperfeições. A matéria pode virar vapor quântico, isso em escalas menores do que um átomo, criando um túnel que tem duas saídas. E aí está uma oportunidade de as duas saídas estarem em dois lugares diferentes no espaço-tempo. Se imaginarmos o universo como uma curva, seria como uma espécie de portal. O único problema é encontrar o buraco da minhoca, tentar passar alguma coisa por ele, garantir que está em outro lugar do espaço e voltar para contar.
Quem não queria voltar no tempo, e quebrar o pai do Hitler antes dele ter o seu filho?
Quem não queria voltar e dar uma voadora no cara que matou o John Lennon?
Quem não queria impedir o regime Militar no Brasil?

O problema da viagem no tempo seria não interferir no passado. Porém, o maior problema seria...será que depois de voltar sem qualquer interferência, um dia você deverá voltar no tempo de novo para não interferir no futuro? Porque você seria uma pessoa diferente se soubesse que voltou de uma viagem no tempo. Sua própria consciência lhe entregaria que um dia você viajou no tempo. Qualquer um ficaria louco e vontade de interferir, falando nem que seja um sim no lugar de um não. Mas isso já deixaria qualquer um louco.
Veremos um pouco sobre DeLorean, o Buraco da Minhoca e mais alguma coisa. Vamos lá!
DeLorean - De Volta Para o Futuro.
No filme de Volta para o Futuro, Marty McFly utiliza um carro DeLorean DMC-12, construído pelo Dr. Emmet Brown.
Brown criou e adaptou no veículo um Capacitor de Fluxo, que é capaz de criar um deslocamento temporal, usando plutônio como combustível, que gera 1,21 Gigawatt de eletricidade tornando a viagem "possível".

Agora só preciso de um DeLorean, Plutônio e um raio que eu possa usar quando quiser ):
Dobra Espacial
A Dobra Espacial vem da série Star Trek, e é uma propulsão que distorce o universo ao seu redor, como uma bolha, e é capaz de diminuir o espaço a sua frente, diminuindo o caminho e aumentando o espaço de trás, aumentando a velocidade. Estreitando à frente e alargando nas costas, como um funil.
Assim, a dobra espacial aumentaria a velocidade da nave, milhões de vezes mais do que a velocidade da luz!
Assim, a dobra espacial aumentaria a velocidade da nave, milhões de vezes mais do que a velocidade da luz!
Buraco-de-Minhoca
Também conhecidos como Ponte de Einstein-Rosen, Sthephen Hawkin diz que nenhuma matéria, é completamente lisa ou sólida. Em tudo existem imperfeições. A matéria pode virar vapor quântico, isso em escalas menores do que um átomo, criando um túnel que tem duas saídas. E aí está uma oportunidade de as duas saídas estarem em dois lugares diferentes no espaço-tempo. Se imaginarmos o universo como uma curva, seria como uma espécie de portal. O único problema é encontrar o buraco da minhoca, tentar passar alguma coisa por ele, garantir que está em outro lugar do espaço e voltar para contar.
Vamos imaginar que finalmente encontramos um buraco da minhoca. Assim aceleraríamos uma saída na velocidade da luz e a depois voltaríamos à velocidade normal. O tempo nesse túnel dilataria e passaria muito mais lentamente. Assim seria possível retornar no tempo pela parte não acelerada. Porém, não seria possível definir a época e qual o lugar da outra saída. Isso não quer dizer que no futuro não será possível criar um buraco. Ou que outros visitantes do espaço já não tenham encontrado uma forma de criar.
Se não for possível encontrar um buraco, a chance seria de criarmos um certo? Errado, só seria possível criar um buraco de minhoca utilizando material exótico ou negativo, o qual ainda não foi provado existência.
Motor de Improbabilidade Infinita
Ok, aqui não seria viajar no tempo, mas sim viajar por onde quiser pelo Universo em menos de um piscar de olhos. No Guia do Mochileiro das Galáxias, o Motor de Improbabilidade Finita era uma máquina que foi criada para passar o tempo nas festas. Pra saber qual era a chance das moléculas do sutiã daquela mulher que foi no banheiro se moverem alguns centímetros para a esquerda, só pela diversão. Era praticamente impossível construir um Motor de Improbabilidade Infinita. Até que um dia o empregado que limpava os restos das tais festas pensou:
Se é praticamente impossível, é possível criar uma máquina para contar as probabilidades de quão impossível e calcular o quão improvável é criar uma máquina de improbabilidade. Daí é só dar uma xícara de chá quente e está pronto para funcionar.
Se é praticamente impossível, é possível criar uma máquina para contar as probabilidades de quão impossível e calcular o quão improvável é criar uma máquina de improbabilidade. Daí é só dar uma xícara de chá quente e está pronto para funcionar.
Ou seja, era tão improvável que criou uma improbabilidade finita. Assim foi possível criar tal máquina que pode atravessar distâncias interestelares em um zerézimo de segundo. Segundo o Guia, claro.

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Viagens no espaço-tempo
[Outros] O Desconhecido: (4/5) A Relação do Espaço-Tempo
Tudo na nossa vida depende do Espaço-Tempo. Não é possível separá-los, pois óbvio, não vivemos com espaço sem tempo e vice-versa. Assim, qualquer coisa que fazemos é por causa do Contínuo Espaço-Tempo.
Einstein criou a teoria da Relatividade utilizando os referenciais. Eles são o lugar que você está agora. O seu espaço físico. Mas esse lugar que você está parado, não está parado. Não há uma matéria imóvel no espaço-tempo. Você sente que está parado, mas se move no espaço (a Terra girando em torno do Sol) e no tempo (que agora é passado). E quando você se move, você não anda na Terra, você se move com a Terra. Pensando por um outro lado, quando você chuta uma bola, dependendo da perspectiva e do espaço-tempo , você se move e a bola fica parada. Na visão da bola, ela pode ficar parada e o mundo todo se move ao seu redor. É realmente uma viagem.
É a mesma coisa com a velocidade. A velocidade não é medida com a rapidez e sim pela distância percorrida. A distância é medida como se o carro seguir nessa constante ele atingirá um determinado número de quilômetros.
Daí podemos chegar na velocidade da luz. Se colocarmos uma tripulação para andar na velocidade da luz e ficar 10 anos pra ir e 10 pra voltar, o tempo passado na Terra seria muito maior do que na velocidade da luz. Tudo porque a nave na velocidade da luz tem menos tempo corrido do que no tempo da Terra. Enquanto um homem de 30 anos fica na terra e outro da mesma idade viaja na velocidade da luz, a diferença de idade na comparação no reencontro seria nítida. Um estaria com rugas e barba branca enquanto o tempo não faria tanto estrago em sua aparência. É a dilatação do tempo. Os 20 anos passados na Terra seriam 4 anos para o homem da velocidade da luz.
Enquanto um homem que ficou "parado" na Terra, o tempo passa mais devagar para o homem que ficou em "movimento" (de qualquer forma os dois ficaram em movimento, mas em clara diferencial de velocidade).
Isso é a Transformação de Lorentz. Da mesma forma que quando olhamos para uma estrela, ela já não está da mesma forma que nós olhamos. O tempo de reação até a situação real da estrela chegar até a Terra é gigante. Pode até ser que a estrela não existe mais.
O tempo parado passa mais rápido do que alguém andando. A nossa velocidade é TÃO PEQUENA que o resultado é ridículo. Em carro a 180 km/h, 30 segundos passam em 29,99999999999952 segundos. Não faria diferença alguma nas nossas vidas. Mas se observarmos a teoria com a velocidade da luz (1,08 bilhão de km/h ou 299 792 458 metros por segundo) que é a maior velocidade possível no Universo, o tempo praticamente não passa.
Einstein criou a teoria da Relatividade utilizando os referenciais. Eles são o lugar que você está agora. O seu espaço físico. Mas esse lugar que você está parado, não está parado. Não há uma matéria imóvel no espaço-tempo. Você sente que está parado, mas se move no espaço (a Terra girando em torno do Sol) e no tempo (que agora é passado). E quando você se move, você não anda na Terra, você se move com a Terra. Pensando por um outro lado, quando você chuta uma bola, dependendo da perspectiva e do espaço-tempo , você se move e a bola fica parada. Na visão da bola, ela pode ficar parada e o mundo todo se move ao seu redor. É realmente uma viagem.
É a mesma coisa com a velocidade. A velocidade não é medida com a rapidez e sim pela distância percorrida. A distância é medida como se o carro seguir nessa constante ele atingirá um determinado número de quilômetros.
Daí podemos chegar na velocidade da luz. Se colocarmos uma tripulação para andar na velocidade da luz e ficar 10 anos pra ir e 10 pra voltar, o tempo passado na Terra seria muito maior do que na velocidade da luz. Tudo porque a nave na velocidade da luz tem menos tempo corrido do que no tempo da Terra. Enquanto um homem de 30 anos fica na terra e outro da mesma idade viaja na velocidade da luz, a diferença de idade na comparação no reencontro seria nítida. Um estaria com rugas e barba branca enquanto o tempo não faria tanto estrago em sua aparência. É a dilatação do tempo. Os 20 anos passados na Terra seriam 4 anos para o homem da velocidade da luz.
Enquanto um homem que ficou "parado" na Terra, o tempo passa mais devagar para o homem que ficou em "movimento" (de qualquer forma os dois ficaram em movimento, mas em clara diferencial de velocidade).
Isso é a Transformação de Lorentz. Da mesma forma que quando olhamos para uma estrela, ela já não está da mesma forma que nós olhamos. O tempo de reação até a situação real da estrela chegar até a Terra é gigante. Pode até ser que a estrela não existe mais.
O tempo parado passa mais rápido do que alguém andando. A nossa velocidade é TÃO PEQUENA que o resultado é ridículo. Em carro a 180 km/h, 30 segundos passam em 29,99999999999952 segundos. Não faria diferença alguma nas nossas vidas. Mas se observarmos a teoria com a velocidade da luz (1,08 bilhão de km/h ou 299 792 458 metros por segundo) que é a maior velocidade possível no Universo, o tempo praticamente não passa.
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