Mostrando postagens com marcador Games. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Games. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de junho de 2017

[Games] Confira 10 motivos para comprar um Nintendo Switch

Sobrou uma grana no final do mês e você está afim de investir em um console novo? Para te ajudar a resolver esta questão, confira 10 motivos para provar que o Nintendo Switch é a melhor escolha do momento. O console foi lançado em março e é um híbrido entre console de mesa e portátil. Confira:

1- Com quase três meses de lançamento, o Switch já é um sucesso de vendas. É a plataforma Nintendo que mais vendeu na estreia. Já são quase 3 milhões de consoles vendidos;

2- The Legend of Zelda: Breath of the Wild foi lançado junto com o Switch. Essa foi uma tacada de mestre da Nintendo. Segundo a empresa japonesa, o mapa do jogo possui 12 vezes a extensão de Twilight Princess, o que permite muita liberdade para o jogador. É uma obra prima que merece ser jogada;

3- Com os jogos casuais do Wii e as baixas vendas do Wii U, as third parties deixaram a Nintendo de lado em muitos lançamentos. Porém, com o Switch, a tendência é um apoio muito maior. Empresas como a EA, Bethesda, Ubisoft, Capcom, Activision, entre outras, já possuem lançamentos confirmados;

4- A Nintendo tem investido em novas IP’s. No Wii U, o lançamento de Splatoon foi um sucesso. O game já tem uma continuação confirmada para julho e deve retornar com um foco maior nas competições online. Outra novidade é ARMS, jogo de luta que promete uma disputa diferente do usual no gênero;

5- Uma das principais vantagens do Switch são as várias alternativas de jogabilidade. São quatro possibilidades: um formato semelhante a um gamepad do Wii U, um com os Joy-Cons separados (um em cada mão), um com os Joy-Cons acoplados a um Grip, incluindo na caixa do console e um modo com dois jogadores (cada um com um Joy-Con);

6- Já estão confirmados os lançamentos de mais de 60 jogos para o console, entre eles Super Mario Odyssey, Fire Emblem Warriors, Xenoblade Chronicles 2, The Elder Scrolls V: Skyrim e o novo FIFA. Mais detalhes serão divulgados na E3, a maior feira de games do mundo, que será realizada entre os dias 13 e 15 de junho, em Los Angeles, nos Estados Unidos;

7- A Nintendo confirmou um novo sistema de serviço online. Se essa era uma reclamação muito grande por parte dos nintendistas, a Big N promete que esse problema será resolvido. Os planos devem custar entre R$ 55 e R$ 83;

8- Mario Kart 8 Deluxe foi lançado como uma versão definitiva da série. Trata-se do maior lançamento da franquia de corrida nos últimos 25 anos. O jogo traz novidades em comparação com a versão do Wii U: novos personagens, veículos e reformulação do Battle Mode;

9- Na última semana, foi confirmado o retorno da Nintendo ao Brasil por meio da NC Games, uma das maiores distribuidoras nacionais de jogos. Podemos esperar mais novidades e games nas prateleiras nas próximas semanas;

10- Se estiver cansado de jogar sozinho, com os dois Joy-Cons inclusos, o multiplayer local é uma realidade sem a necessidade de comprar um novo controle. Perfeito para Mario Kart ou Bomberman, por exemplo.

Claro que ter um Switch não impede ninguém de ter outros consoles. Mas não resta dúvidas que o Switch tem um excelente futuro pela frente.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

[Games] Crítica: Video Games Live 2013

Os games nunca deixaram de vender. Pelo contrário, o mercado de jogos eletrônicos nunca esteve tão aquecido. Apenas em 2012, a área cresceu 60% em relação ao ano de 2011, colocando o mercado brasileiro como o de maior crescimento em todo o mundo nesta época.

A pirataria também se viu obrigada a reduzir e o Brasil vem mostrando que o mercado de games está cada vez mais sólido no país. Mostrando que o país é a bola da vez no cenário internacional, as empresas investem cada vez mais em jogos localizados para o português, o que coloca nosso país nos próximos anos como o terceiro principal consumidor de games no mundo.

Essa tendência de crescimento apenas coloca em evidência que o público, principalmente os homens de 15 a 35 anos, é consumidor fiel e que não se contenta apenas com a compra e venda de jogos.

Na cidade de São Paulo, os games podem ser considerados mais do que coisa de criança. É um negócio que pode gerar lucro e mais do que tudo, pode garantir diversão e lazer a qualquer momento e em diversos pontos espalhados pela capital.

Atualmente, os próprios games organizam encontros em shoppings ou praças de SP, com o intuito de interatividade nos jogos e na vida real. Não apenas com consoles ou portáteis, mas através de música, filmes ou arte.

Se a qualidade dos já comuns filmes baseados em games é contestada em Hollywood, a música sempre foi motivo de orgulho dos nostálgicos nerds. A trilha sonora, tanto dos jogos antigos de Atari, Super Nintendo ou Mega Drive, quanto os atuais da nova geração, são verdadeiras obras de arte.

E é justamente na relação arte, vídeo game e entretenimento que foi criada a Vídeo Games Live por Tommy Tallarico, o maior compositor de game music do mundo (compôs trilhas para 275 jogos, como Tony Hawk Pro Skater, Spider Man, Earth worm Jim, Unreal, Mortal Kombat, e Time Crisis). Tommy também é o fundador e presidente da Game Áudio Network, organização sem fins lucrativos que tem o objetivo de promover a excelência nas trilhas dos jogos eletrônicos.

Antes mesmo de entrar na casa de shows, o público característico mostrava o amor pelos games, cada um com a sua referência. Com uma touca do Link, um chapéu do Mário, uma camiseta do Mega Man... a entrada virou um verdadeiro show de referências à cultura dos games.

A VGL é um concerto que conta com uma orquestra que apresenta trilhas sonoras memoráveis de dezenas de jogos da antiguidade e da atualidade.

Foto: Diego Bezerra

Pensando em ouvir e viver a nostalgia na sua mais pura essência, compareci na oitava edição do concerto da VGL neste domingo (6), no HSBC Brasil. Na verdade, ganhei um ingresso do irmão de um grande amigo no último minuto, provando que grandes momentos precisam de um pouco de sorte. O show teve presença da Orquestra Sinfônica Villa-Lobos que apresentou coro, solistas, percussionistas e arranjos musicais renovados e com uma qualidade digna de tirar lágrimas de muitos marmanjos barbudos.

O evento conta com competições de Guitar Hero, Super Smash Bros Melee (no qual o meu irmão venceu e recebeu uma camiseta e um DVD do show) e diversas outras formas de interação. Todas as referências da orquestra são ligadas ao mundo do vídeo game e o público retribuía, entendia e dava risada com cada citação.

Foto: Diego Bezerra

Um show de trilha sonora com uma orquestra com o publico sentado em mesas? Nada disso, no começo o próprio Tommy diz que aquele não é um show para observar e absorver e sim para interagir e assobiar ou murmurar aquela sua música favorita.

Além de apresentar músicas de séries clássicas como Chrono Trigger, Final Fantasy, The Legend of Zelda, Mario, Sonic the Hedgehog, Mega Man, Metal Gear Solid e mais vários outros.

Focando na nostalgia, a Vídeo Games Live consegue apresentar música clássica, games, entretenimento, interação e humor em apenas um show impecável de aproximadamente duas horas.


Tenho certeza que a cada música, cada pessoa sentada naquelas mesas se imaginou criança, sentado no chão jogando vídeo game. Quando as preocupações eram saber se o seu jogo estava na locadora ou se alguém tinha excluído o seu save na semana passada. Uma orquestra que te faz voltar à infância. Nada mal para um final de domingo na fria cidade de São Paulo.

Nota (de zero a cinco): 5

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

[Games] Super Smash Bros

Desenvolvido pela Hal Laboratory, e lançado em 1999, a Nintendo decidiu inovar mais ainda em seu querido console Nintendo 64.
Foi criado o crossover Super Smash Bros, que reunia os principais personagens das franquias da Nintendo em um jogo de luta que prometia inovar com vários itens, personagens, estágios baseados nas séries da Big N e com um multiplayer arrasador.


A história não fazia muita diferença, mas era sobre um Mão que pegava em um baú, os bonecos dos personagens do game e colocava em uma escrivaninha, dando vida aos bonecos e dando início à pancadaria  épica até enfrentar a Master Hand no final do Single Player.


Com os carismáticos personagens da  Nintendo e com uma pedida diferente dos jogos de luta, o objetivo não é bater no rival até a barra de energia dele terminar.

À medida que você bate em seu adversário, aumenta uma porcentagem que cada personagem possui. Quanto mais alta, mais frágil você fica, assim você fica mais leve e a voa mais a cada pancada.


O objetivo é jogar o seu adversário através dos limites da arena, fazendo ele perder uma vida.

Cada fase tem o seu diferencial, mas a que eu mais jogava era a Sector Z da série Star Fox, pois na parte de baixo era possível fazer altos combos com a temida agarrada+rasteira+smash+ApraCima, mandando o seu adversário literalmente pro espaço.



Cada personagem tinha poderes diferentes e de certa forma todos são balanceados. Era preciso só se aperfeiçoar em um até ficar invencível nos multiplayers. Vence quem derruba (mata!) mais adversários com o tempo correndo ou até sobrar um só personagem com vidas.

O fato de aparecerem itens era genial. Você pode interagir e ajudar a destruir o seu adversário, principalmente com as letais Bomb Omb e a Green Shell!

Tinham as Poké-bolas que sorteavam um Pokémon, que causaria dano a todos os outros menos em você. Mas a maior decepção era pegar aquela Poké-bola no maior pique, dar uma risada maléfica em seu amigo que está se matando pra voltar para a arena e perceber que tinha um inútil Goldeen dentro. (me pergunto até hoje porque não é um Magikarp).

Era possível desbloquear os quatro personagens secretos que eram o Ness, o Luigi, o Capitão Falco e a Jigglypuff.

Seja jogando contra o computador ou com mais três amigos, o multiplayer nunca se repetia. São diversas maneiras épicas de acabar com a vida do seu rival e isso aumenta o replay do jogo para eterno.

Se você nunca jogou Super Smash Bros, faça isso AGORA. Você está perdendo um dos melhores Multiplayer de todos os tempos, junto com GoldenEye 007 e Mario Kart.


Já pensou se lançavam um Smash Bros para Super Nintendo? Seria lindo!

 

O game também recebeu versões Melee para Game Cube, Brawl para Wii e está sendo feito para Wii U e agora pela primeira vez em um portátil para 3DS com muito mais personagens e batalhas imperdíveis.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

[Games] Jogos violentos não atrapalham uma boa educação

Desde pequeno cresci jogando um Super Nintendo e depois um Nintendo 64. Nas horas antes das provas, que supostamente deveria estar estudando, estava jogando vídeo-game. E por acaso isso me atrapalhou?


De maneira alguma! Pelo contrário. Sempre tive uma forma de estudo meio diferente. Presto muita atenção na hora da explicação e momentos antes da prova, relaxo um pouco. Jogar um vídeo-game ou escutar uma música, me deixa mais tranquilo. Assim, sem nervosismo, me preocupo apenas em relembrar a matéria que já aprendi.

Os games realmente me ajudaram a ser quem eu sou.

Outro dia, li uma matéria sobre como as crianças podem se tornar violentas por causa dos games. Achei essa matéria um absurdo:
_____________________________________________________________

http://info.abril.com.br/games/noticias/2013/01/75-dos-pais-americanos-culpam-games-por-violencia-diz-estudo.shtml
_____________________________________________________________

Agora me falem: o que torna as crianças violentas? A má educação que os pais ensinaram à criança ou os games?

Claro, os pobres pais ausentes não vão colocar a culpa em si mesmos.

A violência está em todo lugar. Na televisão, nas ruas e também nos games. Mas com essa questão, não basta apenas colocar a culpa no vídeo-game. Depende de como essa criança foi educada e se ela é cabeça fraca o suficiente pra tentar reproduzir a cena que viu na televisão na vida real.

A culpa é dos pais, não dos games.
Inclusive, eles ensinam lições que podem ser levadas para a vida.

Os games não me mostraram que eu tenho que sair matando todo mundo na rua.

E sim, me ensinaram que temos chances de errar e falhar, mas podemos tentar de outro jeito.

Me ensinaram a não desistir até eu terminar o meu objetivo, senão tudo pode se perder.

Me ensinaram até inglês, veja só! Os games me incentivaram a conhecer o que a história estava contando e me incentivaram a aprender as opções que eu posso seguir. E no final eu posso encontrar a princesa, salvar o mundo ou perder o jogo. Ainda assim eu posso recomeçar, quando eu quiser.

A violência que encontram nos games pode ser pecado para um ou diversão para outro. Não depende do jogo e sim da forma que você foi criado.

Ah, os games também nos ensinam isso. Podemos ser heróis ou vilões. Resta saber se a pessoa que critica está afim de conhecer o outro lado da história. Uma simples pesquisa no Google é capaz responder:

____________________________________________________________

http://www.gamecult.com.br/cult/games-ajudam-na-recuperacao-de-pacientes-na-aacd/#.UPHlbeToTlU

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/10/games-de-esportes-ajudam-na-forma-fisica-de-adolescentes-diz-estudo.html

http://www.gamevicio.com/i/noticias/146/146267-games-ajudam-a-tomar-decisoes-em-situacoes-de-perigo/index.html

http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/entrevista/como-os-games-ajudam-a-melhorar-a-sociedade/

http://www.guiadicasgratis.com/estudos-afirmam-que-games-ajudam-na-memoria/

_____________________________________________________________

Tá respondido?

sábado, 12 de janeiro de 2013

[Games] Crítica: Paper Mario Sticker Star - 3DS

Paper Mario é uma série RPG da Nintendo, lançada em 2001 para o Nintendo 64 e como o nome sugere, todos os personagens e cenários são feitos de papel. (ah jura?).


O game já teve sequências para o Game Cube em Paper Mario: The Thousand-Year Door e mais recentemente para o Wii em Super Paper Mario, no qual é possível trocar o 2D pelo 3D para resolver desafios.

A Nintendo lançou em Novembro de 2012, pela primeira vez em um portátil, o novo Paper Mario Sticker Star, para Nintendo 3DS.


Enredo

O enredo é fácil de entender e não tem muitas complicações. Os moradores do Reino do Cogumelo fazem anualmente um evento na cidade de Decalburg para comemorar a passagem do Sticker-Comet. Enquanto o cometa passa pelo céu, Bowser entra em cena e decide roubá-lo, só para variar. 
No entanto, ao ser barrado por alguns Toads, o cometa se despedaça em seis partes. Uma delas cai na cabeça do vilão, que fica com uma super-força. Já que ele está no local, aproveita para sequestrar Peach mais uma vez. Mario tenta impedir, mas é impossível vencer o recém-todo-poderoso Bowser.

O papel de Mario agora, é sair em busca destes Royal Stickers, com ajuda de Kersti, uma fada-coroa (fada me lembra a Navy de Zelda, o que me deixa nervoso em questão de segundos) que o ajudará a achar os pedaços do cometa.


Qual a necessidade de um mapa de fases?

Sticker Star introduz boas adições à série, porém peca em pequenas, porém importantes peças.

Na criação, os produtores tentaram incrementar o novo jogo colocando escolhas de fases, no estilo 'New Super Mario Bros'.


Isso facilita para os novos gamers, até porque fica muito mais fácil prosseguir com o jogo. Com essa tática, é pouco provável que você ficará preso em alguma parte. Muito mamão com açúcar.

                                     Retorno das Batalhas de Turnos

Uma qualildade é o retorno da batalha em turnos. Mas (esse jogo tem vários "mas") me incomodou a opção de ignorar as batalhas. Você não sobe níveis como no game do 64, o que te obrigava a lutar com cada inimigo para conseguir ficar forte o suficiente para passar por aquele chefe impossível.

<<<Imagem do Nintendo 64>>>

O sistema de batalhas agora é realizado com os adesivos que você cola em uma agenda e tem um certo número de páginas, ou seja, uma hora esse espaço pode acabar. Você pode escolher entre fugir e passar a fase mais rápido ou ficar em uma batalha demorada, gastar seus Stickers e ganhar apenas moedas e corações por isso.


Isso te obriga a juntar moedas e comprar mais adesivos no Market da cidade de Decalburg.

A falta de parceiros.

Também senti falta de parceiros no game. Além de trazer uma alternativa no ataque e defesa das batalhas, as parcerias enriqueciam a qualidade dos personagens da história.

Então, o jogo não tem pontos positivos?

Claro que tem. O humor apresentado em toda a série continua presente em Sticker Star. Mario ganha de Kersti o poder de ~papelização~, uma oportunidade de mudar o cenário e conseguir passar por puzzles. Você pode colar objetos simples, como uma Fire Flower, um aspirador de pó, um ventilador gigante e até uma cabra. (?)



A trilha é excelente, assim como a jogabilidade. Os gráficos estão lindos para o 3DS e mostram a profundidade com muita eficácia. Todo o cenário tem objetos que podem ser derrubados e caem como papel. Você pode ficar preso em um clip de papel por um Shy Guy maluco.

 

Conclusão:

O jogo - sem comparar com outros jogos da serie - é excelente. Porém, se lembrarmos as qualidades da franquia, como parceiros e pontos de experiência, que poderiam ser adicionados ao sistema de adesivos, entendemos que o game tinha chance de ser ainda melhor. Ainda assim, diverte muito.

Mais um ponto para o Mario de papel.

Prós: Bonitos gráficos, bom uso do 3D, humor continua presente e a 'papelização'.

Contras: Falta de parceiros e pontos de experiência, mapa de mundos desnecessário e possibilidade de descartar batalhas.

Paper Mario: Sticker Star - 3DS

Gráficos: 9,0 Som: 9,0 Jogabilidade: 9,0 Replay: 9,0

Nota final: 9,0.